A Guaracava de crista branca, Elaenia chilensis é considerada uma ave migratória. Segundo o site Wikiaves, essa guaracava migra para o norte entre fevereiro e março, passando pela costa atlântica, em pelo menos parte dessa migração. Isso coincide com os registros que temos feito dessa ave, aparecendo em Vitoria nessa época do ano e depois ausentando-se, cessando os registros.
JORNAL DAS AVES e Peixes!
José Silvério Lemos Blog sobre Observação de aves. Foto: campos de altitude, com Chusquea pinifolia, Serra do Caparaó, ES/MG.
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sexta-feira, 13 de março de 2026
A Migração da Guaracava de crista branca em Vitória.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
O Falcão Cauré, Falco rufigularis, também habitante da zona urbana!
Falco rufigularis possui alguns nomes populares conforme a região onde ocorre. A denominação de Cauré, é, atualmente a mais usada mas já foi chamado por outros nomes como Falcão coleirinha, ou Falcão morcegueiro, ou mesmo Tentenzinho.
O Apelido de Falcão morcegueiro, talvez tenha apelo na realidade, pois o Cauré gosta muito de perseguir morcegos no crepúsculo, quando esses mamíferos voadores saem para caçar alimento.
Nesta pequena nota. informamos sobre nossa visão desse Falcão dentro da zona urbana de Vitória, capital do Esp. Santo, mais precisamente na praia de Camburi. Mas também já o vimos habitando no centro da cidade, hospedando-se nas torres da catedral metropolitana de Vitória.
Obrigado, amigas e amigos que nos visitam!!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
A Pescaria do Atobá pardo, Sula leucogaster.
Sula leucogastaer, o Atobá pardo, é provavelmente o mais abundante das aves da família Sulidae sendo comum no Brasil nos mares da região Nordeste e Sudeste, mas alcançando também o Sul do pais. É um pescador muito habilidoso e com o verão, aproxima-se muito das costas e ´praias onde pairam sobre os cardumes de sardinhas e manjubas.
domingo, 4 de janeiro de 2026
Uma passarinhada em Sampa!
Uma metrópole com mais de 12 milhões de habitantes pode ter aves interessantes dentro de suas ruas e avenidas? Claro que sim, desde que estejamos atentos e dispostos a perceber!
E foi o que aconteceu comigo no feriado de natal e nos dias próximos. Iria visitar meu filho, morador de SP, e fazer passeios, mas, claro que levar a câmera na mochila é uma atitude previdente. Não consegui fotografar todas as aves que registrei, mas algumas, consegui fazer boas fotos!
Há mais de 10 anos, eu postei: "São Paulo cidade dos periquitos", impressionado com a quantidade dos verdinhos que circulavam livremente pelos bairros da cidade. pois bem, continuam lá, lépidos e fagueiros.
Os mesmos bandos numerosos do Periquito rico, Brotogeris tirica, vozes do Papagaio verdadeiro, Amazona aestiva, e também um bando da Maracanã pequena, Diopsittaca nobilis vi voando pelo bairro de Vila Clementino, área muito povoada da cidade.
Passo a publicar algumas fotos possíveis, de alguns desses paulistanos mais que ilustres!
sábado, 20 de dezembro de 2025
Conhecendo a Picaparra, Heliornis fulica.
A primeira vez que vimos uma picaparra, Heliornis fulica, foi no ´Pantanal norte de Mato Grosso, no ano de 2018, quando conseguimos a primeira foto dessa espécie. A ave, espantadiça por natureza, alçou voo logo a frente de nosso barco e com muita sorte consegui uma foto.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
Observando aves no cerrado de MG.
Entre os dias 17 a 19 de novembro de 2025, estivemos em Pompeu- MG, acompanhados pela Aninha e o amigo José Silvestre Vieira. Apesar das pancadas de chuva que caíram durante nossa estadia no lugar, fizemos boas observações sobre as aves, conseguindo fotografar a maior parte das espécies visadas. De nossa lista de espécies não conhecidas ainda, deixamos de encontrar apenas a Águia cinzenta, Urubitinga coronata, o Fruxu- do- cerradão, Neopelma pallescens, o Macuru Nonnula rubecula, a Saracura carijó, Pardirallus maculatus, as codornas e algumas espécies ocasionais.
Infelizmente a vegetação nativa, que é o cerrado, vem sendo rapidamente substituída por extensas plantações de eucaliptos. cana e outras ,monoculturas, o que já se faz sentir com a dificuldade de se acessar os locais onde ocorrem as aves. Para encontrar a maioria dessas espécies, somente com ajuda dos guias e após deslocar muito até os pontos conhecidos onde encontram-se as aves. Passamos portanto a publicar algumas espécies de aves registradas, com comentários acerca do que observamos.
Peitica de chapéu preto,. Griseotyrannus aurantioatrocristatus, essa foto foi tirada de dentro da zona urbana de Pompeu. Mostrava a ave pousada em fio de eletricidade, após chuva e vocalizando bastante. Ficamos com a impressão de não ser ave rara e ou ameaçada, mas um tiranideo adaptável.
A belíssima, Maracanã- pequena Diopsittaca nobilis, apareceu apenas uma vez em nossa excursão: junto a uma vereda de buritis, onde pudemos ver outras aves típicas como a Maracanã do buriti e o Andorinhão do Buriti.
quinta-feira, 13 de novembro de 2025
Notas sobre o bacurau da telha.
O Bacurau da telha, Hydropsalis longirostris é uma ave da família Caprimulgidae, ou seja a família dos bacuraus, curiangos. Em média possui cerca de 23 cm. de comprimento. Trata-se de uma ave de coloração escura, com os machos possuindo as retrizes com acentuada cor branca, o que falta às fêmeas.
imEsse exemplar, talvez uma fêmea, fotografamos no Parque Nacional do Caparaó, portaria Pedra Menina. Há mais de 2.000 metros de altitude, na estrada de terra próxima ao acampamento da Macieira.
Como todo bacurau, logo ao crepúsculo, ele sai de seus abrigos para suas atividades, de alimentação e canto. Esse bacurau possui um canto suave e melodioso. É um insetívoro convicto, alias, como toda a família.

































